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sábado, 25 de junho de 2011

NO MAR DA AUSTRÁLIA



FRAGATA JOÃO BELO - NAVEGANDO EM ÁGUAS DA AUSTRÁLIA




Mapa da Austrália, em postal ilustrado. (1970)




O princípio da nossa viagem pela Austrália, iniciou-se, no Norte, em Darwin, onde atracámos, em 15/04/70, para reabastecimentos.
Em 17/04/70, a Fragata João Belo, zarpou rumo a Sidney, para fazer parte das cerimónias, que iriam ocorrer nessa cidade, sobre o Captain Cook.
Não tenho fotos para documentar este comentário, mas vou recorrer a alguns postais da época.





DARWIN


"Administrator's  Residence", DARWIN (1970).
Popular Howard Springs, near Darwin (1970)
Post Office, Darwin (Correios) 1970.


António da Silva Martins, Mar. Radarista nº 1330/66


quinta-feira, 23 de junho de 2011

NRP "Cte João Belo" - O MAR.


O MAR


Navios de Guerra em exercícios Militares.

A coragem de enfrentar  o Mar.
A Fragata "Cte João Belo" a rasgar as bravas ondas do Oceano.
NRP " Comandante Roberto Ivens"
( Foto de F. Cardoso, seleccionada para o Google Earth)



 
Fragata João Belo-F480
(Fonte:- Luis Toco-Fb)
(À equipa do google, por favor não
barrem esta foto, se o fizerem informem
as razões)
O Mar é horroroso, o pior que há no Mundo...Só aqueles que vivem lá para o interior, é que têm o desejo de ver o Mar, ir ver o Mar e olhar o Mar...O português, apaixonou-se foi pelo navio, porque ele é aquele instrumento que permite ser nómada, sem sair de casa...Vai com o mínimo de coisas, para não atrapalhar a vida, grande princípio de viver com o mínimo de coisas! Anda para um lado, anda para o outro, vê muita coisa interessante, está num meio de transporte que nunca mais acaba, porque o Mundo é um Arquipélago, e portanto há sempre o Mar à  volta, isso sim, apaixonou os portugueses...Alimentar-se do Mundo, para no mundo viver. Isso sim, isso  era dos portugueses e receita muito boa, provavelmente para toda a humanidade. Provavelmente, a nossa vida teria que ser uma longa peregrinação pelo Mundo, talvez com uma volta ao lugar em que nasceu, porque o lugar em que se nasceu, é capaz de ter importância!...

(Por Agostinho da Silva " O Império acabou, e agora?)
Diálogo com António de Sousa), Editorial Notícias.




A vida do Mar é dura!!!


O Pôr-do-Sol, algures em alto mar (Foto gentilmente cedida por Janete Morais)
Esta MIF, prestou serviço na Marinha de Guerra Portuguesa de 2005 a 2010.

(A foto foi registada de bordo da Fragata João Belo)
NOTA:- Por favor não a eliminem de novo. Se o fizerem evoquem as razões


O Mar revolto
A bordo da Fragata João Belo, navegando de Brisbane
para Fremantle (Austrália)
(Foto de Benigno Fernandes,  para este blogue) 1970










sexta-feira, 17 de junho de 2011

NAVEGAÇÃO NO MAR DE TIMOR


FRAGATA JOÃO BELO 
NAVEGA EM ÁGUAS DE TIMOR









A Ilha  de Timor, situa-se entre o sudoeste asiático e o Pacífico Sul, a cerca de 500Km ( 926 mn), da Austrália. É uma ilha da Insulíndia, politicamente repartida em duas metades:- O Timor Oeste (Nusa Tenggara Timur), que é mais uma das províncias da Indonésia, e Timor Leste(Lorosa'e),outrora
uma colónia portuguesa, mais tarde ocupada e anexada, pela Indonésia, em Novembro de 1975.

A Restauração da sua Independência, foi concretizada, em 20 de Maio de 2002.

A sua área resume-se a cerca de 18.899 Km2, com um enclave encartado na Indonésia, conhecido por Oe-Cussi.

Timor Leste, é um território, com cerca de  740.000 habitantes, a maioria a residir no interior, dedicando-se à criação de gado e  agricultura, principalmente de arroz. O café também é um dos produtos de muita importância na economia do país.

Da sua população, fazem parte, chineses(comerciantes), árabes, goeses (India) e europeus, principalmente portugueses. A língua predominante é o Tétum e é lingua có-oficial, junto com o português, que é falado por 5% da sua população!



Casa típica de Timor
Fonte - http://www.fmsoares.pt


Actividades piscatórias, familiares.

Mar de Timor.




 A MARINHA DE GUERRA PORTUGUESA EM MISSÃO DE SOLIDARIEDADE E PAZ



A NRP "COMANDANTE HERMENEGILDO CAPELO" - F481, EM  MISSÃO DE PAZ E COLABORAÇÃO COM O POVO DE TIMOR LESTE (MISSÃO 2000)





Algumas fotos publicadas no Facebook, no Grupo da NRP "Hermenegildo Capelo"- Missão 2000, mostrando o trabalho penoso que tiveram e que exerceram com um espírito repleto de alegria e boa disposição, pelo significado da missão que estavam a cumprir, com agrado e voluntariamente
A Guarnição, composta por 187 elementos, sem experiência alguma de construção civil, alem de outros trabalhos, reconstruíram um Hospital em Liquiçá.
Todas as fotos e alguns comentários que irão fazer parte desta publicação, são propriedade do Grupo, cujo link aqui deixo para apreciarem com mais pormenor a extraordinária obra feita por aquela guarnição.
Esta Fragata pertence ao grupo da Classe João Belo.




COMENTÁRIOS DA GUARNIÇÃO



Estava-mos no ano de 2000, Janeiro dia 20 partiam da Base Naval um vaso de guerra amarrada por elásticos com 187 elementos a bordo prontos para o que der e vier, só Deus sabe o que passava nas cabeças daqueles que lá iam a bordo, viviam o dia a dia como só eles sabiam entre serviços e umas cartadas ou uns dados lá foram eles mar fora, por esses mares foram descobrindo novos portos, novos amigos e sim também uma nova família  Ao fim de 6 meses de missão e com o sentido de missão cumprida. A nova família que falei é a família Capelo e ao fim de 13 anos que passaram continuo com um sentimento de orgulho de ter feito parte desta grande missão e de vos ter como camaradas e amigos. UM BEM HAJA











































O "Dia B – Movimenta essa ideia", é um projeto que abrange todo o concelho do Barreiro
 e visa dinamizar diferentes acções de voluntariado urbano no concelho, através de parcerias
 e envolvimento da população.No sábado, dia 04 de maio, à semelhança do ano passado,
a Marinha marcou presença nesta iniciativa de solidariedade social 
através da colaboração de oito militares da Escola de Fuzileiros e dois da guarnição
 da Unidade de Meios de Desembarque, que pintaram uma casa devoluta na principal 
artéria rodoviária do Barreiro. Veja a transformação.




























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Disponibilizadas pela nosso camarada Nelson Candeias, aqui estão
as fotos das placas uma nova e a antiguinha toda beneficiada,
grande trabalho Candeias.




quarta-feira, 15 de junho de 2011

Fragata João Belo - Chegada a Timor.



FRAGATA JOÃO BELO ATRACADA EM TIMOR
(PASSEIOS DA GUARNIÇÃO POR DILI)



Passeando em DILI.  (Nas nossas costas, no topo da árvore, um celeiro construído.)

Parte da guarnição da Fragata  João Belo, a assistir a um desafio de futebol.
(Marinheiros da Fragata contra o Exército local)
Uma bela e respeitada timorense que gentilmente, se disponibilizou para esta foto.
(Aluna do Liceu de Dili)

Em 01 de Abril de 1970, a Fragta João Belo, entrou em Dili e foi atracar ao cais, em vez de fundear e amarrar de pôpa, a uma árvore em terra, como se fazia antigamente!

Neste porto permaneceu 14 dias, onde recebeu inumeras atenções e gentilezas por parte das autoridades locais e população.

Em 14/04/1970, deixou Timor, rumo a Darwin (Austrália), onde chegou no dia seguinte, a fim de reabastecer.



Povo acolhedor. O Marinheiro Radarista, Martins, foi convidado a partilhar a sua amizade.
( Casa de um Sargento do Exército local  e sua família, algures, próximo da Praia da Areia Branca).





TIMOR  LESTE 
                     
   O SEU POVO PERDEU ALGUMAS BATALHAS, MAS VENCEU A GUERRA!
( Diário de Aveiro de 11/11/2011)
Dedico este meu trabalho ao povo irmão de TIMOR LESTE

CEMITÉRIO DE SANTA CRUZ (DILI-TIMOR LESTE)
"Foto do Jornal de Notícias, de 12/11/2011"



 (Foto do jornal Diário de Notícias de 12/11/2011)
´Timorenses reunidos, em oração, em memória dos irmãos falecidos no massacre
(12/11/1991 - 12/11/2011)

terça-feira, 7 de junho de 2011

O MAR PORTUGUÊS


FRAGATA "COMANDANTE JOÃO BELO"


O MAR PORTUGUÊS


 
  
Assim se aprende a ser marinheiro
O Mar foi o principal impulsionador para a expansão de Portugal no Mundo. Desenvolveu o seu comércio e formou o seu Império ao longo de séculos. Tudo à custa de uma energia  gratuita, que fazia movimentar as suas frotas; o vento! Os nossos antepassados souberam usufruir muito bem, o que havia de bom na Natureza:- O Mar e o Vento!
Portugal, tem o privilégio de ser um país beneficiado pela imensidão do  Mar, que o  acompanha, desde o Continente, até aos Arquipélagos da Madeira e Açores.
Portugal tem uma superfície territorial de 92.000 Km2 e uma Zona Económica Exclusiva (ZEE), de 1 milhão 658 mil Km2, tornando o nosso pequeno país no 11º, ao nível mundial. Com os novos acordos a decorrer, esta ZEE, ainda poderá  ir  para 3,6 milhões de Km2.
Será no fundo dos  oceanos, que se encontram as riquezas e os bens por descobrir.
Não é só na superfície, que  o Mar nos poderia ajudar. A parte subaquática é bastante rica, não só em peixe, mas também em minerais, produtos químicos, medicinais e outros materiais.
O Mar português, está ainda por explorar e se Portugal não aproveitar a sua exploração, outros virão que o farão!!!!
Portugal não deve demitir-se da sua soberania marítima. Se o fizer, todas as responsabilidades marítimas de Portugal  seriam logo ocupadas, por outros países, especialmente pela Espanha.
Lembro-me de em um dos discursos do Sr Presidente da República Cavaco Silva, dizer, que a recuperação da nossa economia, passava pelo Mar!
Utilizando o Mar como "Auto Estrada", encurtariam-se as distancias e os gastos.
O Mar português está abandonado. Portugal tem que aproveitar, o que a Natureza nos proporciona, se não o fizerem, deixamos de ser quem fomos ao longo de séculos.


António da Silva Martins, (Marinheiro Radarista nº 1330/66)  



A REALIDADE ESTÁ A APARECER!!!
(http://www.youtube.com/watch?v=71J8Yqykgs0&feature=em-subs_digest&list=TLa-vOTMCbY7w)
Reino Unido Recursos fundo do mar, uma subsidiária integral da Lockheed Martin UK, em parceria com o Departamento de Inovação Empresarial e Competências, recebeu uma licença e contrato para explorar uma área de 58.000 quilômetros quadrados do Oceano Pacífico para o mineral rico em nódulos polimetálicos.


A última vez que ouvi falar de um grande esforço para extrair nódulos de manganês, foi uma reportagem de capa para o Projeto açoriana da CIA (aka Jennifer), a Hughes Glomar Explorer, eo Barge Mining Hughes - que coincidentemente foi usado mais tarde pela Lockheed como o dique seco para construção e habitação do Sombra Mar. Então, vai se recuperar mais sub perdidas? ;-) (Kid I, que era apenas divertido.)




CRABSTER CR200 (KIOST) - (CARANGUEJO ROBOT)


Pesquisa e recolha no fundo dos oceanos






O  MAR PORTUGUÊS - VÍDEO DA MARINHA DE GUERRA PORTUGUESA






MARINHA DE GUERRA PORTUGUESA 
 VISÃO ESTRATÉGICA


Publicado em 08/05/2012 por 

A Marinha é uma Força essencial na protecção da última fronteira externa que Portugal tem no espaço Europeu - Fronteira Marítima - onde se podem materializar um conjunto elevado de ameaças à soberania - velhas e novas, à economia, à capacidade de influência no seio das alianças e da comunidade internacional, principalmente num país quase arquipelágico como é Portugal.
De acordo com o definido no Decreto-Lei nº 49/93, de 26 de Fevereiro:
A Marinha tem por missão cooperar, de forma integrada, na defesa militar da República, através da realização de operações navais.
Sem prejuízo da missão referida no número anterior, a Marinha desempenha, também, missões no âmbito dos compromissos internacionais assumidos e missões de interesse público.
As missões específicas da Marinha são as definidas nos termos da lei.
Em termos gerais, pode dizer-se que a "Marinha é a garantia da soberania e protecção dos interesses dos portugueses e do Estado, no e pelo Mar".
A dimensão e importância da Marinha revela-se nas actividades que desenvolve nestas duas áreas distintas.
As actividades de carácter militar e diplomático compreendem:
A defesa do território nacional;
A protecção da diáspora portuguesa no mundo;
A protecção das linhas de comunicação;
O combate às redes transnacionais de terrorismo, tráfico de armas, de droga e escravatura;
A participação nas alianças;
A projecção de força;
O apoio à política externa do Estado;
E a aproximação à diáspora portuguesa.
A Marinha desenvolve, igualmente, missões de interesse público, cuja actividade assenta essencialmente nas seguintes áreas:
Busca e salvamento marítimo;
Segurança marítima;
Fiscalização da pesca e combate aos ilícitos marítimos;
Preservação dos recursos marinhos e combate à poluição;
Investigação científica;
Actividade cultural.


ENGENHARIA NAVAL









A Marinha Portuguesa de 1974 até agora - um 
testemunho

18-01-2012
O que vou apresentar não é um trabalho de história, pois não sou historiador. É apenas um testemunho das minhas vivências e experiências relacionadas com a Marinha Portuguesa desde 1974 até agora, finais de 2011.

1 - Introdução
Desde há alguns anos tem vindo a aumentar o interesse pelo MAR resultando grande movimento de reuniões, seminários, congressos e natural produção de comunicações e até cursos. Incluindo a formação da Estrutura de Missão para os assuntos do Mar que tem tido ação muito efectiva no tratamento da nossa zona atlântica, mas sempre deixando para trás a MARINHA.

Aliás este assunto das riquezas potenciais dos fundos do oceano já vinha a ser tratado há bastante tempo, como por exemplo aconteceu aqui na Sociedade de Geografia com uma sessão em 1976 onde colaboraram o Alm.te Barahona Fernandes, o Dr. João Telo Pacheco e o Com.te Serra Brandão mas as autoridades políticas só mais tarde concretizaram as ações a desenvolver.




 Mar sem Marinha é pouco mais que paisagem

Com Marinha, Portugal já foi um país central.



Sem Marinha, Portugal é um país europeu periférico
(à equipa do Google, por favor não eliminem esta foto do próprio autor deste texto)"joni.francisco@cargoedicoes.pt"


E quando alguém afirma que não temos Marinha porque somos pobres, é porque está navegando com rumo errado a 180º, pois a realidade é que somos pobres porque deixámos de ter Marinha.

Até tivemos um Ministro nesta área cujo interesse pelo mar era olhar para ele no paredão e almoçar contemplando-o, o que pode ser poético e gastronómico, mas pouco eficiente para o País.

Dadas as dificuldades que o País enfrenta no fim do período contemplado neste trabalho, provavelmente poucas vezes, ou até talvez nunca, foi tão importante observar o passado a pensar no futuro, pois só corrigindo os erros cometidos no passado, poderemos sobreviver com independência e melhorar o nosso nível de vida, de forma sustentada.

E esta realidade foi uma das razões que me trouxeram aqui e roubar-vos estes minutos. Além de que tenho a consciência de que a minha carreira já vai longa e tudo o que é humano é transitório.

Como disse Fernando Pessoa:

Temos, todos que vivemos,
Uma vida que é vivida
E outra vida que é pensada,
E a única vida que temos
É essa que é dividida
Entre a verdadeira e a errada.

Devo dizer-vos que várias vezes em que tive oportunidade de apresentar comunicações na Academia de Marinha, afirmei ser a Armada o último reduto da resistência à onda de destruição da Marinha, que assolou este País nestas últimas décadas, e acrescento agora, pela influência de três is nefastos: ignorância, inércia, inveja. E que tanta influência tiveram na génese da atual situação que atravessamos.

Mas antes de iniciar devo explicar o que entendo por Marinha Portuguesa pois se alguém consultar a “net” vai ter acesso apenas à Armada, o que tem alguma razão de ser, pois a nossa Marinha Mercante atual é quase nada, a Marinha de Pesca tem vindo a diminuir e a de Recreio está a 20% do que devia e continua a ser muito mal compreendida e mal tratada.

Por que razão ou razões passámos da situação, na minha opinião invejável, de termos um “cluster” da Marinha, entendido e praticado como o conjunto das várias Marinhas civis e a Marinha de Guerra, ou seja, a Armada, há séculos e com provas dadas, e de repente, tudo é apagado e rapidamente desaparece?

A Marinha, nesta definição antiga, sofreu as consequências do nosso atrasocientífico, tecnológico e industrial que se verificou no século XVIII e se arrastou ao longo do século XIX, atraso este que só começou a ser recuperado após as primeiras décadas do século XX, com o início do desenvolvimento do ensino técnico de que o Instituto Superior Técnico (1911) é provavelmente o melhor exemplo.

Assim, como consequência natural deste atraso, a nossa Marinha arrastou-se penosamente até à segunda guerra mundial – de 1939 a 1945- em que as suas fraquezas provocaram uma reação do Governo, expresso na formação de empresas nacionais no ramo energético e ao célebre despacho 100, do então Ministro da Marinha Américo Tomás, que foi a base da nossa nova Marinha Mercante, a qual em 1974 ocupava lugar significativo no transporte Marítimo mundial e estava em progresso como terceira bandeira, em particular nos casos da E. Nacional de Navegação, da Insulana e da Soponata.

Aqui ainda há mais uma explicação para uma pequena discrepância entre o título e o texto, pois no primeiro está a data 1974, em que se verificou a mais profunda alteração da estrutura da nossa Marinha, e no segundo verifica-se o seu início em 1971 que corresponde à data em que eu iniciei a minha atividade profissional nela e que julguei indispensável para se compreender a minha posição em 1974 e no que se seguiu.


NOTA DO BLOGUER:
O texto e as fotos publicados neste artigo, foram gentilmente cedidos, pela REVISTA CARGO ( www.cargoedicoes.pt), a quem fico muito grato.






"ABANDONADO". Será este o futuro do MAR PORTUGUÊS!?

Esta foto é propriedade do Fotografo José Frade, que gentilmente cedeu

 autorização escrita, para ser usada neste Blogue. 

A mesma encontra-se devidamente assinada pelo seu autor.

NOTA:- Por favor não a eliminem mais uma vez.




O que temos e não aproveitamos - MAR
(Sail-2010 Amsterdam)

 
NRP "Sagres"
Foto publicada no Grupo "A Nossa Barca"

Veleiros comerciais a chegarem a Lisboa, com carga de outros países.